Apita o árbitro, abrem-se as cortinas e começa o espetáculo

Momentos de Glória do Nosso Esporte

Permitam-me plagiar essa célebre fase de um dos maiores locutores esportivos, Fiori Gigliotti, pois, com ela, há muitos anos atrás, intitulei a matéria que publiquei no Jornal Impacto Vale News, do meu grande amigo D’Avila, de saudosa memória, e de nossa querida Neuza Maria Soares.

Reprisando essa matéria,queremos homenagear os profissionais do apito; eles que,ao adentrarem em gramados dos nossos campos de futebol,nunca são aplaudidos, são sim, muitas vezes,vaiados e xingados.

Eles fazem parte do espetáculo, responsáveis diretos pelo sucesso ou fracasso de uma partida de futebol.

Seus atos transformam-se em alegrias para uns, tristezas para outros.

Esses heróis anônimos, outrora trajando uniforme preto, hoje multicoloridos, merecem nosso reconhecimento.

Árbitros

Vamos recordar os nomes de alguns de nossos árbitros, porque eles merecem ficar na memória de todos: Paulo Oliveira – Paulo Aço, Carlão, Leitoa, Mascote, Vicente Ferreira, Victor Adão, Pachola, Francisco,o Chico do Grande Hotel, Vicente da Prefeitura, Batatinha, Ubaldo Bagioni, Amado, Vitor Toledo, Carlos Roberto,o Topo Gigio, Benedito Edson Argeu,o Cebola, Prof. José Roberto, Paulo Alves ,o Paulo Boi, Toninho do Amado,Toninho da Inços,Toninho Soldado, Laurentino Nonato, Antonio Nascimento, Waldir Rocha, José Pires o Carioca, Vitor Firmino, Luiz Carlos o Piveti, Luiz Pinto o Charuto, Wilson Soldado, Wilson Santos, Hermes Medeiros, Elias Silva, José Ribamar, Manoel Costa, Paulo Doro,Jair Alves, Daniel, Raul, Rivânio o Branca de Neve, Paulo Alves dos Santos Paulinho, Carlos Araújo o Carlão Margarida, e o Gil, bem como outros mais que a minha memória não registrou para a história.

Não importa os erros ou os acertos desses valorosos profissionais do apito, a maioria deles amadores, o que importa é que eles merecem figurar nos anais da história e ser lembrados em Momentos de Glória de Nosso Esporte.

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