Um estudo de mestrado conduzido por André Luiz Silva Forcetto, da Faculdade de Saúde Pública da USP, trouxe à tona os impactos nocivos do barulho gerado por escapamentos de motos modificados. Além de comprometer a audição, a poluição sonora associada a essas alterações provoca consequências severas, como estresse e aumento da pressão arterial, afetando tanto os condutores quanto a população ao redor.
O pesquisador destaca que as modificações nos escapamentos são simples e acessíveis, incentivando muitos proprietários a realizarem essas alterações sem dificuldades. Essa facilidade, permite que as motos alteradas circulem livremente, ampliando os problemas de saúde pública.
Para mitigar os danos, o estudo recomenda que as autoridades aumentem a frequência das fiscalizações em ruas e avenidas, focando no controle do nível de ruído das motocicletas. Essa medida seria fundamental para proteger a saúde dos motociclistas e da sociedade, reduzindo os efeitos negativos causados por essa forma de poluição sonora.
O trabalho de Forcetto reforça a urgência de medidas mais rigorosas para combater o problema e conscientizar a população sobre os riscos envolvidos.


