O fidalgo e o viajante

Num luxuoso palácio morava um fidalgo, muito rico, mais incapaz de ajudar os pobres.
Um dia passou por sua porta um pobre viajante, que lhe pediu pousada. O fidalgo mal lhe respondeu dizendo que ali não era hospedaria.
– Está bem, retrucou o viajante. Queria você responder-me o que vou perguntar e seguirei logo o meu caminho.
– Diga lá! Ordenou o fidalgo.
-Quem foi, disse o homem, que antes de você morou neste palácio?
-Meu pai, respondeu o fidalgo.
– E antes de seu pai?
– Meu avô.
– E quem o habitará depois de você?
– Se Deus quiser, meu filho!
– Pois bem, observou o viajante. Se cada um não se serve desta casa senão por algum tempo, o que é ela senão uma hospedaria? Por que, pois, negar abrigo a um pobre viajante que poderia nela descansar algumas horas?
O fidalgo achou a explicação do viajante tão razoável que de deu a pousada pedida.
Moral da história: Todos nós somos hóspedes neste mundo. Não entendo pessoas tomando decisões que vão prejudicar uma cidade inteira, pensando em sua morada.
Eles precisam ler esta crônica, pois com certeza o bem estar de todos nós é mais importante que a desvalorização de uma casa ou de um terreno, desde que a obra a ser feita seja para beneficiar nossas crianças, idosos e outros da comunidade. Boa reflexão a todos.

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