Dezenas de amantes da cultura abraçam o Museu Casa da Xilogravura em meio a incerteza sobre seu futuro

Momento de incerteza para o icônico Museu Casa da Xilogravura em Campos do Jordão, SP

Foto @marcelovigneronfotografia

Dezenas de entusiastas da rica cultura de Campos do Jordão se reuniram em um gesto histórico e simbólico para abraçar o Museu Casa da Xilogravura, em uma demonstração de apoio diante do momento incerto que o museu enfrenta em relação ao seu futuro. Localizado em Campos do Jordão, o museu se viu em meio a uma encruzilhada após a recusa da Universidade de São Paulo (USP) em aceitar a doação do acervo e do imóvel por parte do seu fundador, Antonio F. Costella.

O gesto de solidariedade ocorreu logo após o lançamento do mais recente livro do escritor Benilson Toniolo, evento que tomou lugar no próprio museu no último sábado (2). Esse encontro não apenas celebrou a literatura, mas também serviu como um momento de reflexão sobre a importância do patrimônio cultural e da preservação da memória artística regional.

A recusa da USP em aceitar a doação do acervo e do imóvel, trouxe uma onda de preocupação entre os apreciadores da arte da xilogravura e da história local. Fundado por Antonio F. Costella, o museu é um verdadeiro tesouro, abrigando uma coleção única de obras que contam a história dessa técnica de impressão tão importante para a cultura brasileira.

O abraço coletivo ao Museu Casa da Xilogravura não foi apenas um ato simbólico, mas também uma demonstração de apoio e comprometimento com a preservação da identidade cultural de Campos do Jordão e do Brasil.

 

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